NAVEGUE PELO SÂO DOMINGOS


A urgente regularização dos territórios quilombolas e da pesca artesanal pelo Estado.
Barrar definitivamente a expansão dos plantios de eucalipto no município de Conceição da Barra.

CHAMADO DAS ÁGUAS PELAS FLORESTAS
Em todo o planeta, no dia 21 de Setembro, celebramos o dia da árvore! Em Conceição da Barra, no Norte do Espírito Santo, nas margens do Rio São Domingos, são muitas as celebrações.
Na primeira margem, afroquilombolas, pequenos agricultores e camponesas, sem terras e pescadoras artesanais celebram as árvores da Mata Atlântica: jequitibá, peroba, jacarandá, angelim, sucupira, vinhático..... E tantas outras, que trouxeram da África e da Ásia, e de outras regiões da América, como jaqueiras, mangueiras, dendezeiros, coqueiros... No dia da árvore, os povos e a Natureza festejam a sócio-bio-diversidade! Que souberam guardar e proteger, durante gerações, em seus territórios tradicionais ainda não demarcados.
BACIA DO RIO SÃO DOMINGOS
à saúde de suas crianças!
à sua cultura!
Exigimos!


Na outra margem, a Suzano Celulose celebra seu meganegócio. Ao comprar a Fibria/Aracruz, tornou-se a maior do mundo, em pasta de celulose branqueada de fibra curta de eucalipto. De porteira fechada, levou o Porto e o complexo industrial em Aracruz, e a vasta monocultura que se estende por todo litoral Norte do Espírito Santo e Extremo Sul da Bahia. Assume também o mega passivo social, ambiental e econômico, toda a degradação gerada por décadas de violação de direitos humanos e da Natureza!
Como se não bastasse, pra completar a chacota, a empresa chama sua plantação de floresta. Segundo a Fibria/Suzano/Aracruz “é, sim senhor!” e, não duvide, a FAO/ONU respalda. Afinal, o que é floresta? Alegar que esse enfileiramento químico e industrial de eucalipto de rápido crescimento é uma floresta contradiz não só a natureza e os saberes milenares, mas também o simples bom senso.

Como é floresta? Se silenciam os pássaros, tornam invisíveis os macacos, arrancam as ervas e as frutas? E “ai” da mata, que alimenta e cura, quando tenta retornar pra seu lugar! Pra empresa não pode. Rapidinho chega o Glifosato pra resolver e colocar ordem! A ordem do produtivismo, da terra seca e contaminada, da água que some, do alimento que acaba.

Anunciar que esse plantio é “sustentável” é puro mau caratismo, de quem quer desviar a atenção pro real fato que, de sustentáveis, estes plantios têm apenas as gordas contas bancárias dos grandes empresários. O agronegócio é podre.

Em tempos de economia verde, de marketing verde e precificação da Natureza, todo o cuidado é pouco. Pra não cair de otário/a.

Cuidado com a lavagem cerebral da Fibria. Vasculhe sua memória, e a dos avós. O que é floresta pra você? Qual imagem vem em sua mente? Se imagina diferentes tonalidades de verde, grande variedade de árvores, frutos e animais, então ficou muito fácil. Não aceitem trocar gato por lebre.

Só é necessário dar o nome certo. Floresta é floresta, já a monocultura
de eucalipto é plantação de árvores. Uma coisa é uma coisa, outra coisa
outra coisa. Quem só vê árvore, não vê floresta.

aos VENENOS despejados
à água consumida pela Suzano-Fíbria
Plantações não são florestas.

Dia 21 de setembro é o dia internacional da luta contra os monocultivos de árvores.

BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SÃO DOMINGOS
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às pulverizações aéreas
Denunciamos FAO, Banco Mundial, Banco Europeu de Investimento, Agências Europeias de Crédito de Exportação, BNDES, Governo Federal e Governo do Espírito Santo.

Território Quilombola, Camponês e da Pesca Artesanal
UMA LEGENDA
 CHOCANTE
Potenciais agrotóxicos utilizados
Uma empresa como a Fibria que sozinha consome só no seu complexo industrial de Aracruz a mesma quantidade de água que a população total da região metropolitana;
que gera inúmeros conflitos por água com as comunidades do entorno dos seus plantios;
que transformou uma região de Mata Atlântica em semi-árida

“A Fibria mapeou 246 bacias hidrográficas e decidiu atuar em nove delas, localizadas em regiões em que a companhia mantém plantios e cujo manejo florestal pode influenciar a oferta hídrica”.
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Os moradores contam que a aeronave não bate o veneno em cima das comunidades, mas nas proximidades, cerca de 100 metros. O vento, porém, sopra o líquido pra dentro das casas. “Passam muito perto, dá pra ler o que está escrito no avião”, explicam. “Tá todo mundo respirando esse veneno. É uma falta de respeito!”, protestam. Nas lavouras, os efeitos colaterais também são visíveis, amarelando as plantações de café e de pimenta-do-reino. Matéria do Jornal Século Diário.
ONDE TUDO DESEMBOCA

CLIQUE E MERGULHE...
Conceição da Barra - Espírito Santo - Brasil
As flores já não crescem mais
oxifluorfen, Isoxazol, Triazolona, Ciclohexenodicarboximida
Glifosato (herbicida) - Sulfluramida(Mirex) (formicida)
Bromex, (nome comercial) Brometo de metila, proibido na Europa - DMA 806, que é o 2,4D - Garlon 480, (triclopir)
Goal BR, (oxifluorfem) - DIPEL (Bacillus thuringiensis)(contra as lagartas) -

Formicidas e contra pragas : Bacillus Thuringiensis (DIPEL)
Cloreto de Benzalconio – Amônio Quaternário
Neonicotinóides (Actara, Evidence 700, Tiametoxam) -
Organofosforados (Orthene 750 BR)
Oxicloreto de Cobre – Inorgânico - Pirazol - Trifloxistrobina
Denunciamos o Conselho do FSC (selo verde) e a Certificadora Imaflora!
Inverno -Primavera 2018


Em sua linha marginal, a empresa derrubou quase toda mata nativa: com correntes, motosserras e tratores. Ainda hoje, soterra nascentes, lagoas e córregos. Expulsou e destruiu famílias e comunidades tradicionais. Segue profanando cemitérios e lugares sagrados. Violentou mulheres. Poluiu as águas e terras com seus agroquímicos. Desdenha da sabedoria ancestral. Desde que chegou, no final dos anos 60, é tudo eucalipto, por toda parte. No dia da árvore, seus aviões sobrevoam e despejam químicos no São Domingos, celebrando a contaminação.

Guardiãs
E O QUE NÃO DIZ
Denunciamos!

Denunciamos!

Denunciamos!





Denunciamos a
Suzano Celulose!
peloriosaodomingos@gmail.com
EUCALIPTO
Suas
e
Guardiões
estão
atentos!
O recuo dos plantios criminosos da empresa, sobre a mata ciliar, as lagoas, nascentes e córregos que abasteciam o São Domingos. Aplicação de multa por décadas de crime ambiental.

A reparação dos danos históricos e das atuais violações de direitos das comunidades tradicionais quilombolas e de pesca artesanal, pela destruição de seus territórios.
Proteção imediata da Natureza, da Mata Atlântica e da bacia do rio São Domingos, e promoção de seus povos e famílias guardiães.

O fim do selo FSC da empresa, e de sua mensagem “verde”, mentirosa e desonesta com os povos capixabas e com o consumidor final da celulose.

O fim dos investimentos públicos e privados em monoculturas de eucalipto, fingindo serem florestas.
Que empresas como Kimberly-Clarc e Proctor and Gamble parem imediatamente de comprar a celulose criminosa da Suzano.
CARTA AO CONSELHO DE SAÚDE
Fora Suzano-Fíbria!

Tire seus eucaliptais criminosos das margens e nascentes!
Que saiam de cima das lagoas e córregos.

Vivam os povos quilombolas, ribeirinhos, de pesca artesanal, guardiões das águas, que cuidam e protegem suas matas! Viva o Rio São Domingos!
Pelas águas do Rio São Domingos e pelas águas de todo o Sapê do Norte! Em nossa primeira expedição pudemos redescobrir o Rio São Domingos, suas margens e afluentes soterrados pelo monocultivo do eucalipto. Nesta página você poderá conhecer alguns resultados! Mapas, fotos, textos, vídeos e Ilustrações. Boa Navegação! 
Até onde vai este consumo de água?
Por que caiu o consumo de chuva?
Tem outorga e licenciamento para toda água que consome?
Quanto paga pela água que consome?

CLIQUE AQUI PARA LER NA ÍNTEGRA
Nesta margem do São Domingos, celebram cada árvore nativa como uma floresta. Cuidam de suas matas ciliares, recuperam nascentes, libertam lagoas, retomam territórios. Desejam dar sequência e destino à história ainda viva, na memória de seus anciãos e anciãs. A floresta abriga seus modos de vida: a medicina e culinária, o artesanato e os folguedos, a pesca, a coleta, a agricultura, os ritos sagrados, seus Deuses, Santos e Orixás.
Até o alecrim murchou
E O QUE NÃO DIZ
MAPA DE IMPACTOS E CRIMES DETALHADO 
em breve...
Pesca com juquiá e jacá

Aratu: caranguejo

Quais são estas bacias?
Por que estas?
E as demais?
Quais os resultados desta atuação?

Os crimes contra Direitos Humanos e da Natureza, no Rio São Domingos.
Conceição da Barra Espírito Santo
Brasil
DADOS CARTOGRÁFICOS CONSOLIDADOS
ARTIGOS
Purungu: cabaça que carregavam água na cabeça
OUSA
MATÉRIAS
MATA NATIVA
Peixes: traíra, cará, juquiá, piabas
“Pesquisas mostram que o consumo de água entre o eucalipto e as florestas nativas é semelhante”
ARTIGO: Agrofloresta Quilombola e Crise Hídrica
VÍDEOS
Peral: lugar fundo no rio

“A partir do monitoramento do uso da água nas florestas, a Fibria pretende estabelecer metas quantitativas e, então, mitigar possíveis conflitos relacionados à sobreposição do uso da água.”
INFORMATIVOS
MAS...
O sapo se mandou
Cerca com muzanzas
O QUE ESTÃO JOGANDO

QUAIS OS EFEITOS

21 de setembro

Filiadeiras: mulheres que limpam os peixes
FOTOS
Apicum: moita onde dá guaiamum


Procurando muito encontramos informações da Fibria sobre seu consumo de água no Espírito Santo que confirma:
ENTÃO
MATA NATIVA
EM ESTÁGIO INICIAL
DE REGENERAÇÃO
Sarará: serve para isca
Melhor deixar que as florestas nativas nos digam!


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Dia da Árvore
Tarimba: mesa de beira de rio que tem diversas serventias
Falsa solução: dar dicas para redução do consumo de água como política de bons vizinhos.
E ainda contraria todos os seus vizinhos dizendo: Os resultados, ao longo do tempo, mostram que não há impactos negativos ao meio ambiente que possam ser atribuídos aos plantios de eucalipto
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O lambari morreu
Moreia: peixe de carne branca e escama escura
- aumentou o consumo de água superficial de 2014 (505.865 mᵌ) a 2016 (676.959 mᵌ)
- aumentou o consumo de água subterrânea de 2014 (115.573 mᵌ) a 2016 (363.765 mᵌ)
- diminui o consumo de água de chuva de 2014 (7.909 mᵌ) a 2016 (2.470 mᵌ)

Pelo plantio indiscriminado de eucalipto nas matas ciliares, e nas lagoas do Cantagalo e do Encantado, no Linharinho.
Pela destruição e soterramento de nascentes e dos córregos que desaguavam no Rio São Domingos.
Por regar seus plantios de eucalipto com a pouca água que ainda resta no rio, em detrimento do uso das comunidades quilombolas, de pesca artesanal e da própria cidade de Conceição da Barra.
Pelo intenso uso de agrotóxicos no eucaliptal, inclusive com pulverização aérea, sem respeitar distância segura das comunidades, dos pequenos fragmentos de Mata Atlântica, e a direção e força do vento.
Por querer ampliar ainda mais a monocultura em Conceição da Barra, comprando a área coberta por cana de açúcar, inclusive mudando lei municipal que limitava seu megalatifúndio. Pois já invadiu 68% da área municipal!
Por mentir para a sociedade e para as comunidades, nos números que apresenta como “bons vizinhos”. E por não ser transparente sobre seu megaconsumo total de água, nas fábricas e no eucaliptal.

Por certificarem a monocultura química de eucalipto de rápido crescimento da Suzano, como se fosse floresta.

Por mentirem afirmando ser “socialmente justo” um megalatifúndio que viola territórios de povos tradicionais, e gera milhares de famílias sem terras.
Por enganaram a sociedade, afirmando ser “ambientalmente adequada” uma empresa que não respeita o Código Florestal: as matas ciliares, lagoas, nascentes e o acesso a água.
Por certificarem como “economicamente viável” uma empresa que inviabiliza a economia local, destruindo as condições de sobrevivência e de trabalho de milhares de famílias, na pesca tradicional e na agricultura.
Por seus planos, investimentos, isenções fiscais, créditos de exportação destinados à expansão das monoculturas de eucalipto e fábricas de celulose, em detrimento da Mata Atlântica.
Por promoverem a destruição das florestas e de seus povos guardiões, para expandirem as monoculturas de árvores.
Dia Internacional
O que a SUZANO-FÍBRIA trata como remédio para suas plantações são VENENO para as águas, mata, solos, animais e pessoas!
O RIO SÃO DOMINGOS VEM SENDO CUIDADO HÁ GERAÇÕES QUE RESISTEM!
Embalagem encontrada com facilidade entre os talhões de eucalipto.
de luta contra o
CANA DE AÇÚCAR
Porque o ribeirão secou...
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monocultivo de árvores
Desenhos das crianças quilombolas!